terça-feira, 26 de outubro de 2010

ACENDA A LUZ POR UM AVIVAMENTO NO BRASIL


Neste domingo (31/10) a partir das 22:00,
acenda as luzes de sua casa e comece a orar para que Deus derrame
um Avivamento verdadeiro sobre a Igreja de Cristo em nossa nação!

MULTIPLIQUE O ALCANCE DESTE DESAFIO!!!

Estive gravando na noite de ontem um programa na RIT (Tv da Igreja Internacional da Graça de Deus do Missionário RR Soares), o Tema foi AVIVAMENTO, e este programa vai ao ar neste domingo a partir das 20:30. Eu o deveria ter feito ao vivo cerca de um mês atrás, mas, pela providência de Deus, este programa passou a ser gravado e o primeiro programa de uma hora e meia foi comigo e sobre este assunto.

Deus falou comigo sobre um desafio aos cristãos no Brasil, para que na noite deste domingo todos acendamos as luzes de nossas casas e comecemos a orar por um VERDADEIRO AVIVAMENTO EM NOSSA NAÇÃO. Este programa tem um alcance nacional, e até em países da Europa, América Latina e Ásia ele é visto através de satélites, e no horário que este programa estiver terminando já saberemos quem será o novo presidente do Brasil. Não importa quem seja nosso futuro presidente, neste momento da história do Brasil precisamos de Deus mais do que tudo em nossas vidas e em nossa nação!

Neste dia 31 completam-se 493 anos da Reforma Protestante de Martinho Lutero (faltam apenas 7 anos para o 10º JUBILEU do passo que começou a nos levar de volta a Deus e ao Cristo Verdadeiro).
Neste mês de Novembro que se inicia nesta noite (31/10 para 01/11) se completam 100 anos que chegaram ao Brasil Daniel Berg e Gunnar Vingren (19/11), trazendo O Fogo do Avivamento para o nosso país.

Nesta noite haverá festas por todo o país pela eleição do novo presidente. O mundo celebra também no dia 31 o dia das bruxas; logo dia 02 celebra-se no Brasil o dia dos mortos...

Sei que muitos irmãos espalhados por todo o nosso país têm jejuado, orado e buscado a Deus com o coração sincero e com a convicção de que precisamos de Deus, desesperadamente precisamos que O NOSSO ABA RASGUE OS CÉUS E DESÇA sobre a nossa nação.

Nos ajude a tocar O Brasil através do teu esforço pessoal nos próximos dias até domingo, para que olhando para esta Terra, neste período de densas trevas, O Nosso Deus e Pai, possa ver tantas casas acesas, possa ouvir tantas orações sinceras, possa sentir o calor de tantos corações queimando, (assim como está o teu coração pela Presença Dele) e possa colher tantas lágrimas de verdadeiro arrependimento e quebrantamento pelo estado em que nos encontramos como Igreja e como nação que então Ele possa ouvir o nosso clamor e nos responder do seu Alto e Sublime Trono com Seu Fogo Purificador!

Estejam cingidos os vossos lombos e acesas as vossas candeias; e sede semelhantes a homens que esperam o seu senhor, quando houver de voltar das bodas, para que, quando vier e bater, logo possam abrir-lhe. Bem-aventurados aqueles servos, aos quais o senhor, quando vier, achar vigiando! Em verdade vos digo que se cingirá, e os fará reclinar-se à mesa e, chegando-se, os servirá. Quer venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar. (Lc. 12:35-38)


Paulo de Tarso, apóstolo

sábado, 2 de outubro de 2010

Os samaritanos e as águas

Encerramos este período tão maravilhoso de Festas e precisamos agora de uma direção clara de como caminhar debaixo dos Olhos do Nosso Deus. Para isso, precisamos meditar na profunda relação que há entre as promessas da Festa de Tabernáculos e o povo da mulher para quem Jesus pediu água.

A cidade de Samaria, foi fundada por Onri, pai de Acabe que se casou com Jezabel. Nestes tempos tornou-se esta cidade capital do Reino dividido de Israel, chamado de Reino Norte. Marcas profundas de terem abandonado a Deus estão desde a origem deste povo, como os Bezerros de Ouro de Jeroboão; os sacerdotes levitas que ensinavam práticas da adoração ao Nosso Deus e que permitiam mistura com o culto de falsos deuses e chegam ao cúmulo de se prostituirem com Baal e com a Rainha dos Céus, através de Jezabel. Assim eram os samaritanos, um povo misturado, que não conheciam a Palavra de Deus e que se moviam de forma religiosa, por suas ambições pessoais sem se importar com Deus.
Foi este povo para quem Deus levantou Elias, que confronta Acabe e toda a nação, para decidirem se deveriam servir ao Deus Vivo, ou a Baal. O Deus que tivesse poder de responder com fogo, Esse era verdadeiramente Deus!

Elias torna-se um Shofar e é usado por Deus para confrontar o Rei Acabe e o povo no cume do monte Carmel. Ali Elias apresenta numa das mais famosas guerras de altares de todos os tempos: Doze Pedras, madeiro, um sacrifício e água, muita água, doze cântaros cheios de água, que foram derramadas sobre O Altar, até que uma vala cavada por Elias estivesse transbordando. Elias invoca A Presença de Deus, e fogo cai do céu, e à uma toda a nação começa declarar que SÓ O ETERNO É DEUS!

Salta aos nossos olhos que a mesma sequência dos dias do Sétimo mês (mês da celebração da Festa de Tabernáculos), estava acontecendo nos dias de Elias. Primeiro o toque do Shofar, depois o dia de quebrantamento e arrependimento; depois a apresentação de sacrifícios diante de Deus, e por fim a resposta de Deus com chuvas para uma grande colheita e para uma grande Festa.

Elias além de ser o Shofar, leva todo o povo a quebrantar-se e reconhecer que só O Eterno é Deus, e então ele avisa para Acabe: Vai chover, já ouço ruído de grande chuva! A terra seca por mais de três anos, agora é banhada pela bênção de Deus, neste tempo de arrependimento.

Parecem concordar todas estas coisas com as palavras do Profeta Joel que diz: Toquem O Shofar, congreguem uma Assembléia Solene, até os noivos venham orar; Sacerdotes que chorem entre o Pórtico e o Altar e declarem: Deus não destrua a tua herança!
Depois disto, a promessa: Os desertos reverdecerão, a videira e a figueira darão juntos os seus frutos, porque assim como Deus enviou as primeiras chuvas, assim também virão as últimas chuvas.

Jesus no último dia, o Grande dia da Festa de Tabernáculos declara ao lado do Tanque de Siloé (Palavra que quer dizer: Apóstolo, Enviado em hebraico): "Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva." (Jo 7:37-38)
Neste último dia de Festa o Sumo Sacerdote derramava sobre O Altar, como oferta de Libação a Deus, um jarro de água, tomado no primeiro dia do tanque de Siloé. Que coisa mais linda!
Os sacerdotes e o povo choram e Deus manda chuvas; Elias derrama doze cântaros de água e Deus envia uma forte chuva; Jesus, O Apóstolo do Pai diz: Quem tem sede, venha a mim e beba.... e então torne-se uma fonte de água viva. Todas estas coisas parecem que estão falando de uma só... Parecem todas apontarem para aquele encontro, o encontro provocado por Jesus, com uma mulher samaritana, uma mulher cheia de problemas, de vida promíscua, que tinha uma religião, mas, era sozinha e infeliz e que tinha ido até um poço buscar água, até que se encontra com uma Fonte de Vida que é Jesus, e que por incrível que pareça lhe pede: "Dá-me de beber da tua água!"
Elias é O Shofar de Deus na Terra de Samaraia, Elias profetiza a reunificação das doze tribos, na Terra de Samaria; Elias derrama águas diante no Altar para Deus, na Terra de Samaria; Deus responde com fogo na Terra de Samaria; As chuvas depois de tanta seca se derramam na Terra de Samaria;... Na Terra de Samaria Jesus vai e pede Água para a mulher Samaritana, figura da Igreja, da Igreja corrompida, religiosa, que prostituiu-se com muitos amantes, mas, que continua amada e importante para Deus.
O povo samaritano é assim, um povo misturado, complicado, que não conhece a Deus de verdade, que conhece apenas histórias religiosas, mas que nunca encontrou-se com o Aba face a face; que está sedento e sozinho, porque nunca bebeu da Fonte da Água da Vida.

Certa vez dez leprosos clamaram para que Jesus os curasse, e Jesus os envia para apresentarem-se para O Sacerdote, com dizia a Lei, e indo todos são sarados... Porém um deles era um Samaritano e deve ter pensado: Ué, eu sou samaritano, eu não tenho templo, não tenho sumo-sacerdote, não tenho acesso a Jerusalém... E este veio e prostrou-se diante de Jesus, e verdadeiramente foi ele o único, que encontrou O Sumo-Sacerdote Verdadeiro, O Único Santo! Os samaritanos são assim... Não sabem de muita coisa, mas, quando conhecem a Verdade se apegam a Ela.
Jesus conta uma parábola, para responder a um judeu religioso, quem é o amigo do Judeu. Ele conta que enquanto um judeu, um sacerdote e um levita estão indo para a cidade do pecado (Região de Samaria), há um Samaritano que está NO CAMINHO, indo para Jerusalém, a Cidade do Grande Rei. Enquanto aqueles afastavam-se de Deus, este cada vez estava mais perto e por isso manifestava mais o caráter e o Amor de do Pai.
O Samaritano vendo o judeu caído lhe aplica sobre as feridas Azeite e depois Vinho. Primeiro a Unção do Espírito Santo e depois o Poder do Sangue de Jesus, sabe por quê? Porque Ele têm estas coisas, e antes dela a Compaixão de Deus, pelo caído e ferido, Ele Ama com O Amor de Deus; Ele ama quem o rejeitava, porque ele sabe quem ele é para Deus!
A promessa de Joel, é que as Últimas Chuvas cairão assim como as primeiras. No dia de Pentecostes Jerusalém estava cheia de gente do mundo inteiro... "Porque Deus amou O Mundo de tal maneira que deu O Seu Filho Unigênito, para que todo o que Nele crê, não pereça, mas, tenha a Vida Eterna" (Jo. 3:16); As últimas chuvas virão para aqueles que chorarem e apresentarem suas águas para Deus; Os que se banharem no Arrependimento, serão saciados da Água da Vida; O Deus que responde com Fogo, nos fará transbordar do Trigo (Palavra), do Vinho Novo (Poder do Sangue de Jesus), e do Azeite (Poder do Espírito Santo), todas estas promessas são para os Samaritanos; todas elas são para todos os que ouvirem O Shofar tocando, e que se derramarem Diante de Deus.
A Mulher Samaritana deixa o seu Cântaro aos pés de Jesus e vai falar para toda sua cidade que havia encontrado O Cristo (Mashiach, Messias), quem bebe da Fonte, se torna uma fonte.
Vamos é hora de Colher, é hora de ter compaixão, e manifestar o AZEITE E O VINHO.


Amor,

Paulo de Tarso, Apóstolo
Igreja Apostólica Betlehem

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

WORKSHOP DE ADORAÇÃO BETLEHEM


Workshop de adoração
Os Céus & a Terra


Shalom amados filhos e amigos,

Nestes 10 anos de ministério O Nosso Deus permitiu que eu estivesse diretamente ligado a diversas frentes de batalha pelo Reino de Deus, de todos eles creio que o que mais me emociona até hoje, são os que tocam edificar um Trono de Adoração acima de tudo e de todos!
Mesmo sem saber tocar nenhum instrumento, tampouco, dominar técnicas vocais, ainda lembro de onde Cristo Jesus me tirou, e então com minhas lágrimas e com meu coração eu O Adoro, e O Adoro e O Adoro...

Sou cercado, no entanto, de pessoas muito talentosas e que podem com suas experiências pessoais e técnicas inspirarem e instruírem a muitos outros.

Este WORKSHOP DE ADORÇÃO tinha como alvo proporcionar para os adoradores de nossa igreja ferramentas para o desenvolvimento pessoal de cada adorador, bem como o aperfeiçoamento dos ministérios de cada igreja, porém entendi que deveria estar convidando os filhos ministeriais que O Nosso Deus me deu, e os alunos que durante alguns anos venho ministrando, para que possam também participar desta experiência que será certamente um grande divisor de águas.

Desde muito pequeno eu cantava:


“eu quero estar com Cristo, onde a luta se travar...”
Este é o tempo em que Cristo está nos dando oportunidade de viver as palavras desta canção. Não perca esta oportunidade de ver (de perto) Cristo vencer!

Paulo de Tarso, Apóstolo
Igreja Apostólica Betlehem

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Série: VOLTEMOS PARA DEUS - 3ª Mensagem


PEDIR POR CHUVA NO TEMPO DAS CHUVAS

Joel 2:1 Tocai a trombeta em Sião, e dai o alarme no meu santo monte. Tremam todos os moradores da terra, porque vem vindo o dia do Senhor; já está perto;

Joel 2:15-17 Tocai a trombeta em Sião, santificai um jejum, convocai uma assembléia solene; (16) congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai os meninos, e as crianças de peito; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva do seu tálamo. (17) Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa a teu povo, ó Senhor, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que as nações façam escárnio dele. Por que diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?

Joel 2:21-23 Não temas, ó terra; regozija-te e alegra-te, porque o Senhor tem feito grandes coisas... a árvore dá o seu fruto, e a vide e a figueira juntas dão a sua força. (23) Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, e regozijai-vos no Senhor vosso Deus; porque ele vos dá em justa medida as primeiras chuvas, e faz descer abundante chuva, as primeiras e as últimas chuvas, como dantes.

A profecia de Joel tão exaustivamente estudada e tema de inúmeros livros, ao meu modo de ver, anuncia O Tempo do Juízo de Deus - O Grande e Terrível Dia do Senhor - que é precedido por um tempo, apontado nas escrituras como um tempo em que as pessoas são despertadas para que se arrependam, e isso com choro, jejum, humilhação diante de Deus, e este quebrantamento proporciona como resposta de Deus uma grande Chuva - chuva esta que faz com que A ÁRVORE dê O SEU FRUTO e que a FIGUEIRA E A VIDEIRA dêem juntas a sua força. A promessa final é que O Deus que deu as primeiras chuvas, está atento e pronto para dar ao seu povo também as últimas chuvas. Chuvas estas que são também um anúcio do derramar do Espírito de Deus sobre todo o tipo de pessoa do povo de Deus... e então, Sinais no céu e na terra; Eclípses do Sol e da Lua anunciando O GRANDE E TERRÍVEL DIA DO SENHOR!

Vivenciando as Festas do Cordeiro por muitos anos já, e a cada dia mais atento à Revelação de Deus que é sempre crescente, temos ministrado que O Profeta Joel, anuncia o período de Festas que são celebradas no 7º mês a saber: YOM TERUÁ (Toquem a Trombeta em Sião); YOM KIPUR (Anunciem um jejum, conclamem o povo para uma Assembléia Solene, Chorem os ministros do Eterno...), para então com as bênçãos das últimas chuvas, celebrar-se o SUCOT (As eiras se encherão de Trigo, e os lagares de Vinho Novo e de Azeite...). Creio que as pessoas que nos têm acompanhado nestes anos já se familiarizaram com isso, porém consigo ver com clareza nova Luz, sobre A ÁRVORE que dá O Seu Fruto, a saber, A ÁRVORE DA VIDA - YESHUA HAMASHIAH, Aquele que está de um lado e de outro da Rio da Vida (que árvore pode estar plantada de um lado e de outro do mesmo Rio, se não Jesus?), Aquele que está no Éden e que é reproduzido nas vidas daqueles que mergulham nas águas profundas (narradas por Ezequiel), que dão frutos para alimento e folhas que curam os povos.

Também vejo um Holofote de Deus sobre a figueira e a videira que juntas dão a sua força. Quando a Igreja de Cristo foi sacada da Rocha, só havia judeus (frutos da figueira), e com o passar dos séculos, a figueira parecia ter secado, havendo só frutos na videira, mas, enfim as ÚLTIMAS CHUVAS, e as duas juntas, figueira (judeus) e videira (igreja - não judeus e judeus juntos), dão ao Nosso Deus a Sua Força! Aleluia!

Meu coração nas vésperas de mais esta Celebração de YOM TERUÁ, foi despertado por Deus para meditar sobre Elias, e o seu confronto contra Acabe e o sistema satânico que havia se instaurado sobre Israel, e que semelhanças extraordinárias com a Profecia de Joel e com o tempo que se chama: HOJE!

Num momento terrível da História de Israel, momento em que a nação está dividida (O Reino dividido não prospera), e que o rei do reino do norte, casa-se com Jezabel, filha de Etbaal, sacerdotiza de Astarote, possuída e usada pela rainha dos céus. Um homem chamado HIEL (Nome hebraico que quer dizer: Ela é Deus), reconstrói Jericó e perde seu filho mais velho, quando lança seus fundamentos e o caçula, quando lhe coloca as portas (cumprimento da maldição de Josué, para quem reerguesse Jericó), neste momento, sem genealogia, sem maiores explicações, surge do outro lado do jordão Elias de Tisbe e este vai até o rei Acabe e declara que pela sua Palavra não choveria em Israel, até que ele dissesse que haveria de chover.

A terra de Israel é Terra de Montes e de Vales (Deut. 11), terra que do começo ao final do ano é observada pelo Deus Eterno, terra que depende das CHUVAS que caem do céu. Deus prometeu que daria ao seu povo as primeiras e as últimas chuvas, para que pudessem plantar e colher e viver com abundância. Chuvas são um sinal da bênção de Deus e a escassez, sinal de que o povo abandonou O Eterno. Várias secas são narradas nas Escrituras e todas elas apontam para um tempo em que o Povo da Terra de Montes e de Vales esqueceu-se do Nosso Deus. Até os dias de hoje, a Terra de Israel, voltou a ter chuvas regulares quando o povo judeu espalhado pelo mundo voltou a habitar na Terra de seus antepassados. Antes disto historicamente, a Terra era um deserto. Depois do Cativeiro da Babilônia, os primeiros a voltarem narram a mesma situação de seca e de miséria. Assim Abrão encontrou a Terra quando Deus o trouxe desde a Mesopotâmia. Também houve secas nos dias de Isaque, e nos primeiros anos da Igreja, pela palavra profética de Ágabo.

Assim a Palavra de Elias, nada mais foi do que o Veredicto de Deus para o povo que o abandonou, desde os seus reis, até seus sacerdotes e famílias, passando a adorar demônios, no lugar do Deus Altíssimo. Elias mesmo experimentou a seca e quando o ribeiro que lhe supria secou foi até a viúva para lhe manifestar a bênção de Deus que mesmo durante a escassêz supre os necessidados, os órfãos e viúvas... Esta história segue até que Deus diz a Elias (depois de três anos) que se apresente de novo a Acabe, porque novamente haveria chuvas para o seu povo.

Deus disse que ia chover, Elias ouve Deus dizer que vai chover, porém as Chuvas só serão resposta de Deus para o povo quando este se voltar para O DEUS VIVO.

Elias diz na cara de Acabe que não é ele quem está perturbando a Israel, mas, o próprio rei, omisso e indigno, por conta de sua idolatria e de sua mulher, sacerdotiza de demônios.

Elias propõe um desafio, e Elias conclama todo o povo. TODA A NAÇÃO, para subir até o Monte Carmelo, e o povo ouve e vê a disputa, em que os adoradores de baal, lhe fazem sacrifício, lhe invocam, até se mutilam, mas, não obtém respostas do seu deus. Agora o profeta do Deus vivo, junta doze pedras, uma para cada uma das tribos de Israel, profetizando a Restauração do Altar de Deus que estava em ruínas pela divisão, e depois de pôr sobre o mesmo, a lenha e um animal partido em holocausto, Elias, manda que 12 cântaros de água fossem derramados sobre O Altar, uma vala havia sido cavada ao redor do altar, com o dobro da profundidade necessária para se plantar uma semente, e foi tanta água derramada, que esta vala ficou cheia, além do altar, do sacrifício e da lenha, e então Elias, invocou o Nome do Único Deus Vivo, o Único Deus que pode responder com fogo, e O Fogo de Deus desceu, e bebeu toda a água, e consumiu o sacrifício, a lenha e até as pedras... Tudo naquele altar agradou ao Nosso Deus, e então Elias aos gritos do povo, reconhecendo que só O Eterno é Deus (O povo acabara de voltar-se para Deus), ordenou que os profetas de baal fossem mortos.

A coisa mais preciosa naquele momento era a água, e foi justamente isso e em abundância que Elias entregou para Deus... Depois de três anos de seca, talvez, aquela água fosse a última reserva de água potável, que inteiramente foi derramada, como oferta de Libação ao Deus que dá ao seu povo, como resposta ao seu arrependimento, as primeiras e as últimas Chuvas.

Dito e feito, Elias anuncia ao maldito Acabe: Corre, porque já ouço ruído de muita chuva! Aleluia!!!

Elias que profetiza pelo Nome do Eterno as chuvas, vai para o cume do Monte, clamar por Chuvas. Deus disse que ia chover, mas, ante a congregação de todo o povo Elias representando os sacerdotes, subiu ante a face de Deus e derramou o seu coração, até que um pequeno sinal, pequeno como a palma da mão de um homem apareceu no céu... Aleluia! Em poucos momentos todo o céu escureceu e O Espírito de Deus veio sobre Elias, que correu e correu a ponto de ultrapassar Acabe com seus imponentes cavalos...

YOM TERUÁ - YOM KIPUR - (CHUVAS) - SUCOT

Elias foi o Shofar de Deus que congregou e confrontou todo Israel a voltar-se a Deus; as águas que Elias derramou sobre o Altar, deveriam ser as lágrimas do povo e dos sacerdotes para que Deus, lhe perdoassem os pecados e restaurasse a Terra; As pedras simbolizavam as tribos, naquela época divididas, e hoje os grandes líderes da Igreja de Cristo e suas denominações todas divididas; Elias invocou O Nome do Eterno (Joel 2:32 E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Eterno será salvo; pois no monte Sião e em Jerusalém estarão os que escaparem, como disse o Senhor, e entre os sobreviventes aqueles que o Senhor chamar.) O Fogo veio do mesmo Deus que derramou fogo sobre 120 altares, no dia de Pentecostes e a Chuva veio do mesmo Deus, que há de derramar as Últimas Chuvas, assim como cairam as primeiras no início da Igreja. A videira (igreja - não judeus e judeus juntos) e Israel (judeus ajuntados de todas as nações da Terra), darão juntos a sua força para Deus, e a ÁRVORE DA VIDA, JESUS - YESHUA, dará para todo aquele que invocar O Seu Nome, A sua Salvação, porque não há SALVAÇÃO, em nenhum outro nome, porque o único nome que quer dizer: Salvação é YESHUA! ALELUIA!!!

Por fim, quero lembrá-los que assim como já escrevi no Livro (Meu pai, meu pai), antes do Juízo, Deus há de sempre manifestar a Sua Graça, e voltando a Elias, lembramos que Deus o manda, ungir o rei dos Siros, (que serviriam de Juízo para o povo de Israel), e o rei Jeú, (que serviria de juízo para a Casa de Acabe e para Jezabel), e também, Eliseu profeta em seu lugar. Elias, não vai ungir os dois primeiros (O GRANDE E TERRÍVEL DIA DO SENHOR será precedido, pelas Chuvas, pelo Vinho Novo e pelo Azeite transbordantes e também pelo trigo - Palavra em abundância e o deserto reverdecerá), ele vai até Eliseu e lança sobre este a sua capa.

Assim como João Batista, anunciava o juízo, mas, deu o seu lugar a Jesus, e depois de Jesus então veio o juízo sobre todo o Israel; O convite do ETERNO para nós hoje é: ARREPENDAM-SE, CHOREM, JEJUEM, VOLTEM PARA MIM! Eu vos enviarei as últimas chuvas, derramarei O Meu Espírito e neste momento estejamos nós apercebidos, porque sinais nos céus e na terra, anunciarão O GRANDE E TERRÍVEL DIA DO SENHOR, Dia para o qual, nós não fomos reservados.

HOJE É TEMPO DE VOLTARMOS PARA DEUS! A NATUREZA, O MUNDO, TUDO ESTÁ ANUNCIANDO: A SEXTA-FEIRA ESTÁ ACABANDO, LOGO YESHUA REINARÁ SOBRE TODAS AS NAÇÕES DA TERRA, POIS SERÁ O SHABAT DO ETERNO... VOLTEMOS PARA DEUS E ELE SE VOLTARÁ PARA NÓS.

Amor,

Paulo de Tarso, apóstolo

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Série: VOLTEMOS PARA DEUS - 2ª Mensagem





YOM TERUÁ
O DIA ESCONDIDO


Na noite de lua nova, quando surgissem as duas primeiras estrelas no céu, em Jerusalém, os sacerdotes, anunciavam que ali se iniciava um novo mês (ROSH CHODESH). As pessoas comuns, claro, tinham a idéia dos tempos, mas, a declaração oficial, era vinda de um sacerdote. A importância do sétimo mês era maior porque depois de 10 dias do início do sétimo mês, as pessoas tinham de se consagrar diante de Deus, para os sacrifícios de Expiação. No primeiro dia então, do mês 7, as Trombetas (shofarot), eram tocadas conforme a Ordem de Deus em Sua Palavra.

O YOM TERUÁ ganhou também o nome de Dia Escondido, porque só o Sumo Sacerdote, (mediante as informações de que já era o sétimo mês), podia decretá-lo.


Com o passar dos anos esta data passou a ser identificada com o rito de um casamento hebreu, porque o responsável pela celebração era do Pai do Noivo, e a permissão para que o Noivo buscasse sua amada, só se dava depois que o local onde eles morariam estivesse pronto. O noivado era marcado por um encontro, onde os noivos celebravam comendo pão e bebendo vinho, e onde era assinado o KETUBÁ (O contrato de casamento, em que o Noivo – LITERALMENTE – Compra a sua amada), e promete vir buscá-la quando o lar estiver pronto. Um dote e uma aliança eram estabelecidos, e o Noivo então se ausentava até a ordem de seu pai para vir tomar sua amada.
Antes de ouvir a ordem de seu pai, o Noivo enviava seus melhores amigos, para que fossem tocar os seus shofares, nas imediações da casa da Noiva, para que ela soubesse, que seu Amado estava às portas. Porém quando o pai do Noivo, lhe dava a ordem, O Noivo seguia com seus servos até a casa da sua Amada, e um toque específico era feito: O TERUÁ... Um toque picado e choroso, como que dizendo: Vem pra mim amada minha, pois já não agüento mais a distância de ti!
A noiva neste dia deveria estar pronta, linda, absolutamente perfeita, sem qualquer mácula, nem mancha, como que dizendo: O momento mais importante da minha vida é este! Estou pronta!

O noivo então a levaria para as Bodas num local distinto de onde eles morariam depois de casados, e depois da Noiva ser apresentada e abençoada pelo Pai do Noivo (ou por um sacerdote), durante sete dias, eles teriam suas núpcias, beberiam o melhor vinho, ceariam os melhores banquetes, e principalmente desfrutariam um do Amor do outro... A Festa com todos os convidados se dava então no sétimo dia.
Em outras palavras.... Jesus já nos comprou com seu Sangue, nos deu a Nova Aliança, registrou sua promessa nos Evangelhos, foi nos construir morada, e virá muito em breve, para nos conduzir à Presença do Aba, para que possamos ser abençoados e consagrados eternamente. Assim como o Rei David, foi dançando em frente da Arca, YESHUA irá dançando pelo Universo, à frente da sua Noiva, A Igreja, para apresentá-la ao Nosso Deus e Pai.
Os amigos do Noivo (em cada culto, em cada igreja, há sempre alguém chamando nossa atenção com o ruído do Shofar) já estão tocando os seus Shofares... O Espírito e a Noiva dizem: MARANATA!!! VEM JESUS!



“num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados.” (1Co 15:52)



Paulo de Tarso, apóstolo
Igreja Apostólica Betlehem

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Série: VOLTEMOS PARA DEUS - 1ª Mensagem



O SHOFAR JÁ ESTÁ TOCANDO


Desde o último dia 11 de Agosto, nós da igreja Betlehem, temos tocado O Shofar em todas as nossas casas, e fazemos isso com alusão a acontecimentos bíblicos, que da mesma forma são lembrados em todas as congregações judaicas do mundo, desde o 1º dia do Sexto mês do Calendário de Deus (neste ano 11/08). Foi num dia como este que Moisés subiu ao Monte Sinai, levando as segundas tábuas (agora esculpidas por ele), para que Deus escrevesse as suas Leis para o seu povo.
Moisés desce com as tábuas, 40 dias depois, justamente num YOM KIPUR, Dia da Cobertura do Sangue. Neste dia o Sangue do Sacrifício era levado até o Lugar Santíssimo pelo Sumo Sacerdote. Este período nos indica então, um tempo de novas oportunidades, que só serão alcançadas com ARREPENDIMENTO E QUEBRANTAMENTO. Esta é a proclamação que O Shofar está fazendo.


Ele está voltando! Volte-se para Ele!

Três são os toques do Shofar e podemos vislumbrar as Festas do Cordeiro, que são como o Relógio de Deus, através dos toques deste instrumento que nos desperta para as coisas de Deus.

1º Tekiá – Fala da Grandiosidade de Deus, nos aponta para as três Grandes Festas, Festas que revelam todo o Plano da Redenção de Deus. É o primeiro dos toques e é repetido novamente depois de todos, até que se perca o fôlego. Dá-nos a entender que entre as duas primeiras Festas (Pêssach e Shavuot – Páscoa e Pentecostes), pouco tempo é transcorrido e que uma está diretamente ligada à outra. O que separa o Tequiá, do Tequiá-Guidolá (O grande som de Tequiá), são os outros toques e este quase dois mil anos da Igreja de Cristo.


2º Shevarim – Fala dos livramentos de Deus para o seu povo, representados pelas festas de Purim e Chanuká. Não apontam para O Plano da Redenção, mas, demonstram que O Nosso Pai, está sempre presente, e que cada vez que nosso inimigo disser para nós: Acabou! O Todo Poderoso dirá: Não Acabou, e para que fique claro, a partir deste momento, meu povo celebrará Festa para mim, O Deus que muda maldição em bênção!
O Shevarim é um toque entrecortado, num só fôlego em três partes.

3º Teruá – O toque que era ouvido, quando o povo tinha de desarmar o acampamento para seguir a Shechiná; toque ouvido pelas noivas, para saírem ao encontro de seus amados. O Rei David declara no Salmo 89:15 – “ASHRÊ HAAM IODÊ TERUÁ...” – Feliz é o povo que ouve o Teruá.
Este som de um só fôlego é como uma sirene, entrecortado pelo menos nove vezes. Um som lamurioso, como o Choro de Deus, chamando pelo seu povo. Este toque do Shofar, fala dos dias de arrependimento e de perdão que antecedem a maior de todas as Festas: SUCOT (Festas das Cabanas, ou Festas de Tabernáculos). Depois do verão e de um longo período sem chuvas e sem Festas em Israel, a época das Chuvas, da Colheita das Uvas e do Transbordar das eiras de Vinho Novo e de Azeite é chegado. A Festa da Colheita do Final do Ano de Trabalho será celebrada durante O Milênio em Jerusalém, quando Jesus Cristo, aquele que se fez Tabernáculo (Cabana), ser humano como nós, para nos mostrar O Caminho para O Pai, será honrado e adorado, quando Reinar desde Jerusalém sobre todas as nações da Terra, e nós como sua Noiva e Esposa, reinaremos com Ele. O Tekiá tocado mais uma vez, O Som que fala da Grandiosidade de Deus é repetido então, num único som até que o fôlego se acabe!



Que venha O Reino do Nosso Deus e do seu MASHIACH!


Paulo de Tarso, apóstolo
Igreja Apostólica Betlehem

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Palavra Apostólica - Agosto / 2010



PERFEIÇÃO OU INIQUIDADE?

A resposta parece tão simples. Entre os montes Gerezim e Ebal, depois que todas as bênçãos e maldições prescritas na Palavra, foram lidas para toda a nação de Israel, a mesma possibilidade oferecida a Adão, é apresentada diante de todo o povo: Vida ou Morte? Bênção ou Maldição? A escolha sempre será nossa!
A cada dia (desde o Éden), Satanás, O Iníquo, a antiga Serpente, o Dragão, com mais astúcia vêm numa trama de possibilidades tentando nos mostrar que a Palavra de Deus não é assim... Verdade, nem Literal exatamente como O Eterno nos revelou. Nem O Mal, o pecado, a Iniquidade tão relevantes assim a ponto de termos de eliminá-los de nossas vidas. Por isso, creio que a resposta que parece óbvia, para a pergunta que Deus nos têm proposto, não é respondida com um sim, ou um não, mas, com atitudes de uma vida. A grande esperança, e ao mesmo tempo grande risco é que há sempre chance de se mudar de um lado da balança para o outro...
Neste ano o Brasil completa 100 anos, do Avivamento que aqui chegou, desde que missionários suecos impactados pelo Avivamento de Los Angeles, na Rua Azuza, ouviram do Espírito Santo sobre O Pará, (estado do norte do Brasil) e vieram até Belém, cidade onde a primeira brasileira foi batizada no Espírito Santo.
Tenho nestes dias lido, e estudado sobre o ambiente que preparou este avivamento tão grande, um dos maiores de toda a história. Eu que vivo pregando sobre as Últimas Chuvas, certamente se vivesse aqueles dias, diria, como muitos acreditaram, ser aquele o avivamento que antecedia a Volta de Jesus Cristo. O rapto da Noiva era uma das tônicas de todos os sermões, e já o era há quase meio século, em outros lugares do mundo, em especial na Inglaterra. Muitas experiências com O Espírito Santo passaram a se manifestar. O movimento de Santidade, e as vívidas experiências, com o que chamavam de a 2ª Benção, e que depois popularizou-se com a expressão: Batismo no Espírito Santo, criou numa geração inteira, o desejo de se aproximarem de um Deus Santo, e justamente este desejo de aproximação, na correta revelação da Santidade de Deus, passou a gerar um TEMOR tão grande, que as manifestações de Deus traziam uma transformação nos indivíduos, que estes consideravam como a Benção que sucedia a Salvação, com a qual os cristãos podiam contemplar e manifestar a PERFEIÇÃO de Deus, numa curta vida de poucos anos até Jesus voltar, ou até que partissem para encontrar-se com O Pai.

“Filho do homem, eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel; quando ouvires uma palavra da minha boca, avisá-los-ás da minha parte. Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; se não o avisares, nem falares para avisar o ímpio acerca do seu mau caminho, a fim de salvares a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua iniqüidade; mas o seu sangue, da tua mão o requererei: Contudo se tu avisares o ímpio, e ele não se converter da sua impiedade e do seu mau caminho, ele morrerá na sua iniqüidade; mas tu livraste a tua alma. Semelhantemente, quando o justo se desviar da sua justiça, e praticar a iniqüidade, e eu puser diante dele um tropeço, ele morrerá; porque não o avisaste, no seu pecado morrerá e não serão lembradas as suas ações de justiça que tiver praticado; mas o seu sangue, da tua mão o requererei. Mas se tu avisares o justo, para que o justo não peque, e ele não pecar, certamente viverá, porque recebeu o aviso; e tu livraste a tua alma.” (Eze 3:17-21)

Há muitas citações na Palavra sobre a apatia do povo de Deus, não estar frio nem quente, a ponto de ser vomitado da boca do Senhor, e também sobre a Igreja que acha que está tudo bem consigo mesma, que é rica e poderosa, mas, na verdade é miserável, pobre, cega e está nua, bem como um povo que realiza a obra de Deus e que fala em seu nome e até expulsa demônios, mas, que pratica iniqüidades e portanto, não é reconhecido como povo de Deus...

Os pecados que infelizmente cometemos, as Transgressões à Lei de Deus, com as quais nos habituamos, nos têm levado para a Obstinação, a um estado letárgico em que não ouvimos mais, em que endurecemos nosso coração e rejeitamos o confronto, literalmente SEM TEMOR de Deus, e imediatamente julgamos os profetas (os instrumentos do confronto), como duros, insensíveis, radicais, pessoas fora da realidade, pessoas sem amor ou carentes de entendimento, e com isso: OPTAMOS PELA MORTE E PELA MALDIÇÃO!

Em nossos cultos, temos motivado as pessoas, sido carinhosos, receptivos, temos demonstrado interesse por seus problemas e nos oferecido como família e amigos, e nisto tudo não há nada de errado, mas, talvez, estamos ficando com medo de dizer que as pessoas precisam arrepender-se de seus pecados, cessar com as transgressões e extirpar a iniqüidade de suas vidas. Não sei precisar se nesse processo estamos mais condescendentes com a Iniquidade entre nós, porque a temos praticado também, ou se de tanta complacência com a Iniquidade acabamos por sujar também as nossas vestes (e não nos incomodar mais com isso) .


Há poucos dias fomos ministrados por um pregador que nos visitou, e que falou sobre um dos Bezerros de Ouro, que foram colocados em Israel, na cidade chamada: BET-EL (Casa de Deus), cidade que tornou-se BET-AVON (Casa da Iniquidade). Quais os ídolos, bezerros de ouro, pecados dos quais não estamos dispostos a nos arrepender, situações que não estamos abertos ao confronto, situações das quais nos sentimos perdoados, e que aparentemente não geram nenhum problema para o tipo de evangelho que estamos vivendo e por isso pregando hoje?

Deus está querendo derramar sobre nós a Sua Perfeição, O seu Batismo no Espírito Santo e no Fogo de Deus, A Santificação, sem a qual ninguém verá a Deus, as Últimas Chuvas, um nível de Autoridade e Unção das quais só ouvimos falar, mas, nunca a experimentamos de verdade... Isso deveria estar consumindo nossos dias, ser o alvo maior de nossas orações, ser a razão e meta de nossa igreja, mas, estamos chafurdando em nossos pecados, transgressões e iniqüidades...

DEUS eu clamo por um avivamento, o Teu tipo de avivamento, limpa o nosso coração, traz sobre nós a Tua Justiça, desperta o nosso espírito que adormeceu na sujeira e na bagunça. Usa pessoas que O Senhor têm guardado para esta hora, pessoas que possuem suas vestes limpas, Lavadas no Sangue do Cordeiro, e NÃO NOS ENTREGA PAI! Não desiste de nós! Deus volta para os milhares de milhares do teu povo!


Curiosidade: Havia na roupa do Sumo Sacerdote dois artefatos: O Urim e o Tumim (Luzes e Perfeições), quando a Palavra de Deus nos é revelada são como luzes que nos levam para o Caminho que Deus escolheu para nós. Siga esta luz!

“...Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados são como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, tornar-se-ão como a lã. Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o bem desta terra; (Isa 1:17-19)

E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e nele não há trevas nenhumas. Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos, e não praticamos a verdade; mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado. Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda iniquidade. (1Jo 1:5-9)


ESCOLHA A VIDA E VIVA!



Amor,

Paulo de Tarso, Apóstolo

Agenda Betlehem - Agosto / 2010